Em que redes sociais deve estar a minha marca?

Sem mais delongas, respondemos já de forma assertiva: depende. Depende do seu negócio, depende do seu público-alvo e depende das características de cada rede social. Tudo interligado, dá um belo sumo de interações, engajamento e notoriedade de marca.

O que é o seu negócio?

É essencial que tenha clara ideia das características da sua empresa, da área de negócio em que se enquadra, dos seus objetivos (repetimos que é fundamental ter uma estratégia, para saber os caminhos a percorrer) e qual o posicionamento da marca – o que nos leva para o próximo ponto.

Quem é o seu público-alvo?

Só sabendo para quem fala, é que vai saber onde deve estar. Sem definir a persona do seu negócio (género, idade, localização, profissão e interesses, pelo menos), vai andar a ‘disparar’ para todo o lado. Pode acertar no que não viu, mas é mais certo que ande a perder tempo e dinheiro, se não definir à partida quem faz parte do seu público-alvo.

Em que redes sociais devo apostar?

Facebook: Como o conceito de rede social já começa a ter uns bons anos, também o público do Facebook é agora constituído por pessoas mais velhas. Assim, pode ser útil sobretudo para empresas B2C, cujo target sejam pessoas acima de 35 anos, para atingir mercados internacionais ou pequenos nichos de mercado (através dos grupos do Facebook). Tem a vantagem de poder segmentar as suas comunicações por idade, género, profissão, interesses, comportamentos de compra, etc, o que lhe permite alcançar exatamente a audiência que pretende com as suas publicações.

Instagram: Se no Facebook temos um público mais envelhecido, os jovens devem ter ido para algum lado – foram maioritariamente para o Instagram, que pertence ao Facebook, portanto fica tudo em família. Já se sabe que o forte do Instagram são conteúdos de imagem e vídeo, com grande potencial de interação, sobretudo nas Stories. Então, é indicado para negócios que vendem produtos físicos e/ou que vivem muito do poder da imagem (arquitetura, moda, restauração, turismo) e, como dissemos, que têm como alvo os mais jovens e, especificamente, mulheres, já que são mais ativas no Instagram do que os homens.

TikTok: O que dissemos do Instagram, aplica-se quase o mesmo ao TikTok, que também faz furor entre os jovens e que consiste essencialmente em vídeo, e que foi a rede social que mais cresceu no último ano, pelo que há também cada vez mais empresas a apostar nesta plataforma.

LinkedIn: Em franco crescimento, o Linkedin é a rede social voltada para o universo profissional, em que os utilizadores partilham o seu percurso profissional e as empresas promovem os seus serviços, a sua cultura organizacional e oportunidades de emprego, por exemplo. É uma excelente ferramenta para alcançar uma audiência mais especializada, pelo que é ideal para empresas de recrutamento e para todas as que atuem no mercado business-to-business (B2B).

Pinterest: É uma rede social mais de nicho, em que as utilizadoras (já que a maioria de utilizadores ativos são mulheres) procuram ideias de receitas, de conjugações de roupa e acessórios, de decoração para casa, etc. Essa procura de inspirações pode resultar, muitas vezes, numa compra efetiva. Assim, se o seu negócio está relacionado com alguma indústria criativa (arquitetura, moda, artes, alimentação, decoração, etc) ou se está mais direcionado para mulheres, o Pinterest é uma rede social onde vai querer estar presente.

 

Podíamos também acrescentar o Youtube ou do Twitter, que continuam a ser redes sociais poderosas. Mas a mensagem final é esta: seja quais forem as plataformas em que a sua empresa esteja, é essencial que marque presença e que alimente as suas páginas, com conteúdo de interesse!

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